UM CACHORRO FOSSE SEU PROFESSOR
Você aprenderia coisas assim:
√ Quando alguém que você ama chega em casa, corra ao seu encontro.
√ Nunca perca uma oportunidade de ir passear de carro.
√ Permita-se experimentar o ar fresco do vento no seu rosto.
√ Mostre aos outros que estão invadindo o seu território.
√ Tire uma sonequinha no meio do dia e espreguice antes de levantar.
√ Corra, pule e brinque todos os dias.
√ Tente se dar bem com o próximo e deixe as pessoas te tocarem.
√ Não morda quando um simples rosnado resolve a situação.
√ Em dias quentes, pare e role na grama, beba bastante líquidos e deite debaixo da sombra de uma árvore.
√ Quando você estiver feliz, dance e balance todo o seu corpo.
√ Não importa quantas vezes o outro te magoa, não se sinta culpado ... volte e faça as pazes novamente.
√ Se alimente com gosto e entusiasmo.
√ Coma só o suficiente.
√ Seja leal.
√ Nunca pretenda ser o que você não é.
√ Se você quer se deitar embaixo da terra, cave fundo até conseguir.
√ E o MAIS importante de tudo...
Quando alguém estiver nervoso ou triste, fique em silêncio, fique por perto e mostre que você está ali para confortar.
A amizade verdadeira não aceita imitações!!!
E NÓS PRECISAMOS APRENDER ISTO COM UM ANIMAL QUE, DIZEM SER IRRACIONAL
quinta-feira, 24 de junho de 2010
terça-feira, 8 de junho de 2010
IMPORTÂNCIA da SOCIOLOGIA na área de ENFERMAGEM
IMPORTÂNCIA DA SOCIOLOGIA NA ÁREA DE ENFERMAGEM
Formar (aos) técnicos/enfermeiros uma visão mais aberta sobre o processo saúde-doença, diferente do modelo tecnicista biomédico atuante, vendo que o seu trabalho não se limita apenas “ao curar”, envolve ainda a prevenção e promoção da saúde, o que vai colocar em xeque o conceito restrito de saúde predominante nos atuais modelos de educação médica. A doença é apresentada pela sociologia como algo multicausal, profundamente marcada pelas influências dos contextos social, econômico, ambiental e político, e que o usuário é uma pessoa e não é dividida em vários pedaços.
A disciplina de Sociologia para o curso de Enfermagem tem por finalidade contribuir com o aprendizado crítico dos alunos, através da reflexão dos fenômenos que emergem no tecido social, bem como da transversalidade das categorias classe, gênero, raça/etnia, entre os diferentes campos da saúde e das ciências humanas.
No curso, se propõe trabalhar com as políticas públicas sociais e os diferentes fatores sociais que se relacionam na organização sócio-política. A perspectiva social da saúde será trabalhada, tendo como objetivo de desenvolver o raciocínio crítico, racional e processual dos futuros profissionais enfermeiros.
OBJETIVOS DO CURSO
• Desenvolver capacidade para planejar e implementar ações de saúde, com base em perfil epidemiológico;
• Capacitar para o gerenciamento do processo de trabalho da equipe de enfermagem;
• Fomentar o espírito de investigação e pesquisa;
• Estimular a formação de competências educativas para a formação de novos profissionais;
• Propiciar formação integral nas áreas de atuação do profissional.
Formar (aos) técnicos/enfermeiros uma visão mais aberta sobre o processo saúde-doença, diferente do modelo tecnicista biomédico atuante, vendo que o seu trabalho não se limita apenas “ao curar”, envolve ainda a prevenção e promoção da saúde, o que vai colocar em xeque o conceito restrito de saúde predominante nos atuais modelos de educação médica. A doença é apresentada pela sociologia como algo multicausal, profundamente marcada pelas influências dos contextos social, econômico, ambiental e político, e que o usuário é uma pessoa e não é dividida em vários pedaços.
A disciplina de Sociologia para o curso de Enfermagem tem por finalidade contribuir com o aprendizado crítico dos alunos, através da reflexão dos fenômenos que emergem no tecido social, bem como da transversalidade das categorias classe, gênero, raça/etnia, entre os diferentes campos da saúde e das ciências humanas.
No curso, se propõe trabalhar com as políticas públicas sociais e os diferentes fatores sociais que se relacionam na organização sócio-política. A perspectiva social da saúde será trabalhada, tendo como objetivo de desenvolver o raciocínio crítico, racional e processual dos futuros profissionais enfermeiros.
OBJETIVOS DO CURSO
• Desenvolver capacidade para planejar e implementar ações de saúde, com base em perfil epidemiológico;
• Capacitar para o gerenciamento do processo de trabalho da equipe de enfermagem;
• Fomentar o espírito de investigação e pesquisa;
• Estimular a formação de competências educativas para a formação de novos profissionais;
• Propiciar formação integral nas áreas de atuação do profissional.
domingo, 6 de junho de 2010
COM VERGONHA DE SER FELIZ
Com vergonha de ser feliz
Comparada à dos Estados Unidos, a indigência brasileira é monumental Mas, confrontada com a da Índia, ganha um toque de amenidade.
Até o ano 2010, eles já terão cruzado a marca de 1 bilhão de habitantes: A cada 18 meses, nasce uma população igual à de São Paulo, 63% dela desnutrida; neste mesmo período, morrem três Brasílias de crianças que não completam 5 anos, vítimas de doenças evitáveis.
Junto com o inútil consolo – inútil porque o desnutrido brasileiro não vai sobreviver por causa da estatística alheia –, a Índia revela, em compensação, o tamanho da incompetência brasileira. Apesar de enfrentar obstáculos várias vezes mais duros que os do Brasil, a Índia exibe maiores avanços sociais.
Os indianos vivem em estado de desavenças com o Paquistão, enfrentam a desconfiança da China, movimentos de independência armados e grupos terroristas. O assassinato de líderes políticos é quase rotina. Uma parte do país é conhecida como território proibido, inacessível aos turistas, onde a pancadaria é diária. Há uma permanente tensão entre a maioria hindu e a minoria religiosa, ambas repletas de fanáticos.
Uma dessas minorias, a muçulmana, tem "apenas" 150 milhões, ou seja, toda a população brasileira. Para aprofundar as distâncias étnicas, há 17 línguas oficiais e pelo menos 2000 dialetos. Eles têm jornais diários publicados em 96 idiomas, sem contar as revistas ou demais publicações.
Apesar desses obstáculos que o Brasil não imagina em seus piores pesadelos, eles deslancharam o que ficou conhecido como revolução verde, irrigando terras, estimulando o homem do campo, em meio a descobertas genéticas que aumentaram a produtividade.
Não por acaso as pesquisas da Índia em biotecnologia são avançadas. Resultado: a produção indiana de grãos pulou de 51 milhões de toneladas em 1950 para 182 milhões em 1994.
No Brasil, muito ao contrário, o mais importante centro de pesquisas agrícolas a Embrapa, foi deixado ao abandono.
Sem guerras religiosas, regionais ou de fronteira, apenas com uma língua oficial, se o país tivesse aproveitado seu crescimento econômico e a abundância de verbas externas, dando o mesmo salto na agricultura, teria minado a fome em uma geração.
Comparada à dos Estados Unidos, a indigência brasileira é monumental Mas, confrontada com a da Índia, ganha um toque de amenidade.
Até o ano 2010, eles já terão cruzado a marca de 1 bilhão de habitantes: A cada 18 meses, nasce uma população igual à de São Paulo, 63% dela desnutrida; neste mesmo período, morrem três Brasílias de crianças que não completam 5 anos, vítimas de doenças evitáveis.
Junto com o inútil consolo – inútil porque o desnutrido brasileiro não vai sobreviver por causa da estatística alheia –, a Índia revela, em compensação, o tamanho da incompetência brasileira. Apesar de enfrentar obstáculos várias vezes mais duros que os do Brasil, a Índia exibe maiores avanços sociais.
Os indianos vivem em estado de desavenças com o Paquistão, enfrentam a desconfiança da China, movimentos de independência armados e grupos terroristas. O assassinato de líderes políticos é quase rotina. Uma parte do país é conhecida como território proibido, inacessível aos turistas, onde a pancadaria é diária. Há uma permanente tensão entre a maioria hindu e a minoria religiosa, ambas repletas de fanáticos.
Uma dessas minorias, a muçulmana, tem "apenas" 150 milhões, ou seja, toda a população brasileira. Para aprofundar as distâncias étnicas, há 17 línguas oficiais e pelo menos 2000 dialetos. Eles têm jornais diários publicados em 96 idiomas, sem contar as revistas ou demais publicações.
Apesar desses obstáculos que o Brasil não imagina em seus piores pesadelos, eles deslancharam o que ficou conhecido como revolução verde, irrigando terras, estimulando o homem do campo, em meio a descobertas genéticas que aumentaram a produtividade.
Não por acaso as pesquisas da Índia em biotecnologia são avançadas. Resultado: a produção indiana de grãos pulou de 51 milhões de toneladas em 1950 para 182 milhões em 1994.
No Brasil, muito ao contrário, o mais importante centro de pesquisas agrícolas a Embrapa, foi deixado ao abandono.
Sem guerras religiosas, regionais ou de fronteira, apenas com uma língua oficial, se o país tivesse aproveitado seu crescimento econômico e a abundância de verbas externas, dando o mesmo salto na agricultura, teria minado a fome em uma geração.
COMA PELAS CORES
COMA PELAS CORES
Vermelho / Roxo: Estes alimentos contêm antocianinas, poderosos antioxidantes capazes de reduzir o risco de doenças cardíacas e acidente vascular cerebral, ao inibir a formação de coágulos: ameixa, ameixa-preta, amora, berinjela, cereja, framboesa, maçã vermelha, pêra vermelha, repolho roxo, uva vermelha ou roxa, vinho tinto.
Vermelho: Qualquer alimento à base de tomate - até mesmo molho de tomate ou katchup - fornece boas doses de licopeno, antioxidante que combate o câncer. Experimente também goiaba, melancia, toranja (grapefruit) rosa.
Laranja: o betacaroteno dos alimentos laranja fortalece os olhos e a pele, e pode diminuir o risco de certos tipos de câncer: abóbora, batata-doce, cenoura, damasco, manga, melão cantalupo, morango.
Laranja / Amarelo: Estes primos da família laranja são ricos em batacriptoxantina, antioxidante que protege as células: abacaxi, laranja, mamão, nectarina, pêssego, tangerina, toranja (grapefruit) .
Amarelo / Verde: Mais proteção para os seus olhos. Estes alimentos contêm luteína e zeaxantina, substâncias capazes de auxiliar no combate à catarata e à degeneração macular: abacate, abobrinha (com casca), alface lisa, couve ou mostarda, ervilha, espinafre, kiwi, melão, milho, pepino (com casca), pimentão verde ou amarelo, vagem.
Verde: Estes reúnem substâncias químicas naturais chamadas isoticionatos, como sulforafano e indóis, que estimulam a produção das enzimas do fígado que combate o câncer: agrião, brócolis ou broto de brócolis, couve, couve-chinesa, couve-de-bruxelas, couve-flor, repolho.
Branco / Verde: Alho e cebola contém alicina, que combate tumores. Cogumelos tem outras substâncias preventivas. Estes vegetais, ricos em flavonóides, atuam na proteção das células: aipo, alcachofra, alho-poró, aspargo, cebolinha, endívia.
Vermelho / Roxo: Estes alimentos contêm antocianinas, poderosos antioxidantes capazes de reduzir o risco de doenças cardíacas e acidente vascular cerebral, ao inibir a formação de coágulos: ameixa, ameixa-preta, amora, berinjela, cereja, framboesa, maçã vermelha, pêra vermelha, repolho roxo, uva vermelha ou roxa, vinho tinto.
Vermelho: Qualquer alimento à base de tomate - até mesmo molho de tomate ou katchup - fornece boas doses de licopeno, antioxidante que combate o câncer. Experimente também goiaba, melancia, toranja (grapefruit) rosa.
Laranja: o betacaroteno dos alimentos laranja fortalece os olhos e a pele, e pode diminuir o risco de certos tipos de câncer: abóbora, batata-doce, cenoura, damasco, manga, melão cantalupo, morango.
Laranja / Amarelo: Estes primos da família laranja são ricos em batacriptoxantina, antioxidante que protege as células: abacaxi, laranja, mamão, nectarina, pêssego, tangerina, toranja (grapefruit) .
Amarelo / Verde: Mais proteção para os seus olhos. Estes alimentos contêm luteína e zeaxantina, substâncias capazes de auxiliar no combate à catarata e à degeneração macular: abacate, abobrinha (com casca), alface lisa, couve ou mostarda, ervilha, espinafre, kiwi, melão, milho, pepino (com casca), pimentão verde ou amarelo, vagem.
Verde: Estes reúnem substâncias químicas naturais chamadas isoticionatos, como sulforafano e indóis, que estimulam a produção das enzimas do fígado que combate o câncer: agrião, brócolis ou broto de brócolis, couve, couve-chinesa, couve-de-bruxelas, couve-flor, repolho.
Branco / Verde: Alho e cebola contém alicina, que combate tumores. Cogumelos tem outras substâncias preventivas. Estes vegetais, ricos em flavonóides, atuam na proteção das células: aipo, alcachofra, alho-poró, aspargo, cebolinha, endívia.
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