PARADA PARA PENSAR
Nossa vida é uma jornada. Com pedaços bons, com pedaços maus, com dias de sol e com dias cinzentos, nublados. Com lágrimas e sorrisos, encontros e desencontros.
Parar, olhar, escutar... diziam aquelas tabuletas benfeitoras, junto às encruzilhadas onde os trilhos de trem cortavam caminhos, estradas de rodagem. Muito incauto morreu ou saiu ferido, porque não deu atenção ao aviso.
PARADA PARA PENSAR... Não é uma simples frase de efeito retórico. Não é apenas uma ótima manchete para artigo de revista ou jornal.
PARADA PARA PENSAR é uma questão de sobrevivência, num mundo disperso e atabalhoado como o nosso.
Nem todos acreditam, mas é a verdade total: cai aos pedaços pelo caminho quem já não pára, aqui e ali, para redimensionar sua vida, fazer o balanço de seus dias, planejar o presente e o futuro.
Há gente demais que se arrasta por aí, Cansada, amarga, desiludida, já sem fôlego e sem perseverança para seguir em frente. Muitos deles descuraram um único detalhe de suprema importância: o reabastecimento cotidiano. Parece uma banalidade insistir neste detalhe. Mas não é simples banalidade. É um aspecto essencial. Não esquecer de levar conosco um bom estoque de reservas para os momentos mais difíceis.
Um estoque de reservas é o segredo de qualquer viandante inteligente, prevenido. Reservas de bom humor. Reservas de serenidade. Reservas de autoconfiança, de coragem, de otimismo e humildade. Reservas de esperança, de ¬preces e de meditação.
Parada para pensar, para reabastecer. Sucumbe fácil quem não se realimenta. E jamais chegam aos cumes da montanha de sua auto-realização os que saem de casa, esportiva e despreocupadamente, acreditando que a estrada é fácil, que tudo virá ao nosso encontro num toque de mágica, que a conquista de um lugar ao sol não reclama esforço e que todo mundo nos prestará sua colaboração gratuita no maior dos sorrisos e na melhor boa vontade ...
Parada para pensar. É erguer as mãos em prece. Pedindo, agradecendo. Quando tantos valores espirituais estão sendo engolidos implacavelmente por slogans materialistas e transitórios, só há um caminho de salvação: o retorno ao silêncio, à prece, à meditação.
Enfrente a si mesmo. Reabasteça seu entusiasmo, sua alegria de peregrino. E siga avante, de alma leve, de coração sereno e um grande sorriso otimista.
Fonte: Parada para pensar
Editora Paulinas
sábado, 20 de março de 2010
NÃO ESTRAGUE O SEU DIA
NÃO ESTRAGUE O SEU DIA
O homem é um ser livre. Mas, precisamente por ser livre, nem sempre usa corretamente o dom da liberdade. Faz besteiras, pratica desatinos. Em consequência, arrasta-se por aí afora, curtindo sua angústia, sofrendo inutilmente, quando poderia viver uma vida tranquila, pacificante e feliz.
É preciso a gente se convencer, amigo: somos nós que construímos ou destruímos nossa felicidade. Nós. E mais ninguém.
NÃO ESTRAGUE O SEU DIA... É uma frase curta, lacônica, mas de um realismo tremendo. Tudo depende de nós. Ninguém, a não ser nós mesmos, fazemos nossos dias bons, ou ruins, tristes ou ensolarados. Claro, os outros colaboram ou atrapalham. Mas a última palavra sempre fica com a gente.
NÃO ESTRAGUE O SEU DIA... Nem tudo é ouro sobre azul, na vida. Algum negócio foi mal. Nosso time perdeu. Um desencontro aconteceu. A doença surgiu, exatamente quando estávamos com o trabalho acumulado. E aquele desaforo que nos atiram em rosto. Aquela fofoca venenosa... E o desânimo toma conta. O pessimismo nos invade: “Por que os homens são assim? Por que a vida é tão dura e madrasta com a gente?”
Há um significativo poema, que deveríamos transportar para dentro do nosso cotidiano:
− "NAO ESTRAGUE O SEU DIA. A sua irritação não solucionará problema algum.
Seu pessimismo não altera a natureza das coisas.
O seu desapontamento amargo não realizará o trabalho que você deve executar.
O seu mau humor não modifica o ritmo da vida.
A sua tristeza não impedirá que o sol brilhe sobre os bons e os maus.
As suas críticas não edificarão ninguém.
As suas reclamações, mesmo afetivas, jamais acrescentarão nos outros um centímetro de simpatia por você.
Não estrague o seu dia. Aprenda, com sabedoria divina, a aceitar.
Aprenda, com humildade perseverante a construir, sempre buscando o infinito BEM!"
Sabe, amigo, às vezes é preciso que nos digam certas coisas, um montão de vezes, para nos convencermos, para acreditar. Esquecemos tão facilmente. Somos recalcitrantes em aprender.
Quisera lembrar a você apenas isso: quem faz nossa vida ser boa ou má, alegre ou desanimada, somos nos mesmos. E ninguém mais.
Não estrague o seu dia,
Seja qual for sua idade.
Você nasceu para a Alegria,
Você merece a Felicidade.
Fonte: Parada para pensar
Editora Paulinas
O homem é um ser livre. Mas, precisamente por ser livre, nem sempre usa corretamente o dom da liberdade. Faz besteiras, pratica desatinos. Em consequência, arrasta-se por aí afora, curtindo sua angústia, sofrendo inutilmente, quando poderia viver uma vida tranquila, pacificante e feliz.
É preciso a gente se convencer, amigo: somos nós que construímos ou destruímos nossa felicidade. Nós. E mais ninguém.
NÃO ESTRAGUE O SEU DIA... É uma frase curta, lacônica, mas de um realismo tremendo. Tudo depende de nós. Ninguém, a não ser nós mesmos, fazemos nossos dias bons, ou ruins, tristes ou ensolarados. Claro, os outros colaboram ou atrapalham. Mas a última palavra sempre fica com a gente.
NÃO ESTRAGUE O SEU DIA... Nem tudo é ouro sobre azul, na vida. Algum negócio foi mal. Nosso time perdeu. Um desencontro aconteceu. A doença surgiu, exatamente quando estávamos com o trabalho acumulado. E aquele desaforo que nos atiram em rosto. Aquela fofoca venenosa... E o desânimo toma conta. O pessimismo nos invade: “Por que os homens são assim? Por que a vida é tão dura e madrasta com a gente?”
Há um significativo poema, que deveríamos transportar para dentro do nosso cotidiano:
− "NAO ESTRAGUE O SEU DIA. A sua irritação não solucionará problema algum.
Seu pessimismo não altera a natureza das coisas.
O seu desapontamento amargo não realizará o trabalho que você deve executar.
O seu mau humor não modifica o ritmo da vida.
A sua tristeza não impedirá que o sol brilhe sobre os bons e os maus.
As suas críticas não edificarão ninguém.
As suas reclamações, mesmo afetivas, jamais acrescentarão nos outros um centímetro de simpatia por você.
Não estrague o seu dia. Aprenda, com sabedoria divina, a aceitar.
Aprenda, com humildade perseverante a construir, sempre buscando o infinito BEM!"
Sabe, amigo, às vezes é preciso que nos digam certas coisas, um montão de vezes, para nos convencermos, para acreditar. Esquecemos tão facilmente. Somos recalcitrantes em aprender.
Quisera lembrar a você apenas isso: quem faz nossa vida ser boa ou má, alegre ou desanimada, somos nos mesmos. E ninguém mais.
Não estrague o seu dia,
Seja qual for sua idade.
Você nasceu para a Alegria,
Você merece a Felicidade.
Fonte: Parada para pensar
Editora Paulinas
terça-feira, 16 de março de 2010
UM GOLPE na PREGUIÇA
UM GOLPE NA PREGUIÇA
A maioria dos praticantes de artes marciais adota o esporte pelos benefícios que pode proporcionar ao corpo e à mente. São modalidades que desenvolvem vários grupos de músculos, a coordenação motora, a capacidade aeróbica e a cardiovascular, o raciocínio e a sociabilidade. Embora a defesa pessoal seja um argumento comum para atrair novos adeptos, as artes marciais geralmente estão ligadas a doutrinas que pregam a não-violência. Eis as principais categorias de artes marciais populares e o perfil ideal para quem quer praticá-las.
Capoeira – Aumenta a agilidade e a flexibilidade. Crianças de 6 anos já podem praticá-la, inicialmente apenas como diversão e, a partir dos 16 anos, para aprimoramento físico e competições. Por não ter origem oriental, o método de aprendizado é considerado mais adaptável ao ritmo do aluno. São necessários mais de vinte anos para se tomar mestre.
Judô – Aos 6 anos, a criança já tem suficiente controle motor para treinar. É considerado um esporte excelente para exercitar a disciplina e a interação, já que não existe treino individual. Como não há chutes nem socos, o risco de acidentes é menor que em outras modalidades. Praticando regularmente, é possível chegar à faixa preta em dez anos. Obtida essa faixa, ainda há outras dez graduações, chamadas de "dan". Alcançar o décimo dan exige pelo menos vinte anos de dedicação.
Caratê – Recomenda-se o início da prática após a criança ter entrado na escola e ter tido noções de disciplina coletiva, por volta dos 7 anos. Praticando três vezes por semana, pode-se atingir o primeiro dan da faixa preta em quatro anos. A graduação máxima pode exigir quarenta anos de treino.
Jiu-Jitsu – Desenvolve a habilidade de luta no chão. Como no judô, não há chutes nem socos. A partir dos 9 anos, o treinamento começa a ter caráter técnico.
Kung fu – Popularizado pelos filmes de artes marciais, é repleto de estilos. Por isso, tornar-se um mestre pode demorar até três décadas. O nome da arte vem do chinês e significa algo como "conquistado com muito trabalho". Com apenas dois anos de treino regular, porém, já e possível participar de competições.
Tae Kwon do – Desenvolve o equilíbrio e o autocontrole - pois é preciso dar chute no momento certo - além dos músculos das pernas, para ataques, e dos braços, para defesa. Crianças de 3 anos podem começar com treinamentos lúdicos e recreativos. Um protetor para a cabeça ajuda a evitar acidentes.
A maioria dos praticantes de artes marciais adota o esporte pelos benefícios que pode proporcionar ao corpo e à mente. São modalidades que desenvolvem vários grupos de músculos, a coordenação motora, a capacidade aeróbica e a cardiovascular, o raciocínio e a sociabilidade. Embora a defesa pessoal seja um argumento comum para atrair novos adeptos, as artes marciais geralmente estão ligadas a doutrinas que pregam a não-violência. Eis as principais categorias de artes marciais populares e o perfil ideal para quem quer praticá-las.
Capoeira – Aumenta a agilidade e a flexibilidade. Crianças de 6 anos já podem praticá-la, inicialmente apenas como diversão e, a partir dos 16 anos, para aprimoramento físico e competições. Por não ter origem oriental, o método de aprendizado é considerado mais adaptável ao ritmo do aluno. São necessários mais de vinte anos para se tomar mestre.
Judô – Aos 6 anos, a criança já tem suficiente controle motor para treinar. É considerado um esporte excelente para exercitar a disciplina e a interação, já que não existe treino individual. Como não há chutes nem socos, o risco de acidentes é menor que em outras modalidades. Praticando regularmente, é possível chegar à faixa preta em dez anos. Obtida essa faixa, ainda há outras dez graduações, chamadas de "dan". Alcançar o décimo dan exige pelo menos vinte anos de dedicação.
Caratê – Recomenda-se o início da prática após a criança ter entrado na escola e ter tido noções de disciplina coletiva, por volta dos 7 anos. Praticando três vezes por semana, pode-se atingir o primeiro dan da faixa preta em quatro anos. A graduação máxima pode exigir quarenta anos de treino.
Jiu-Jitsu – Desenvolve a habilidade de luta no chão. Como no judô, não há chutes nem socos. A partir dos 9 anos, o treinamento começa a ter caráter técnico.
Kung fu – Popularizado pelos filmes de artes marciais, é repleto de estilos. Por isso, tornar-se um mestre pode demorar até três décadas. O nome da arte vem do chinês e significa algo como "conquistado com muito trabalho". Com apenas dois anos de treino regular, porém, já e possível participar de competições.
Tae Kwon do – Desenvolve o equilíbrio e o autocontrole - pois é preciso dar chute no momento certo - além dos músculos das pernas, para ataques, e dos braços, para defesa. Crianças de 3 anos podem começar com treinamentos lúdicos e recreativos. Um protetor para a cabeça ajuda a evitar acidentes.
Os SONHOS nos FAZEM CAMINHAR
OS SONHOS NOS FAZEM CAMINHAR
“A utopia está no horizonte. Caminho dois passo, ela se distancia dois passos e o horizonte fica dez passos ainda mais distante. Então para que serve a utopia? Para isso, serve para caminhar.”
Eduardo Galeano
É na virada do ano que percebemos que nossa vida e cíclica. Todo ano é a mesma história: Papai-Noel, promessas de conversão, felicidade, fraternidade, planos de emagrecimento, novas posturas frente a velhas decisões ... 2006, ano de eleições: nossa esperança se livrou do medo ou será que estamos paralisados de medo e indignação? Teremos forças para reinventar a democracia, nossa família, nosso quarto, nosso cabelo?
Passam-se os anos e seguimos não tocando a linha imaginária do horizonte; vale a pena sonhar? Penso, sinceramente, que sim! A esperança é a força motriz da mudança. Além disso, é sempre bom olharmos para trás e vermos que caminhamos, talvez nos mesmos caminhos... Mas tudo bem, a terra é redonda e o céu é sempre novo a cada dia, a cada instante. Ele é sempre o mesmo ainda que outro.
Nós também somos os mesmos, ainda que outros. Já reparaste? Uma brincadeira que tenho feito com os grupos que tenho trabalhado é propor às pessoas que escrevam uma carta para si mesmas para o final do ano e, para os mais corajosos, para daqui a cinco anos. Escreve-se o que cada um desejar. Lacram-se os envelopes pelos próprios autores, colocam-se as cartas dentro de uma caixa, que também é lacrada. Anos depois, eu as envio pelo correio. Neste ano, umas 180 pessoas receberam suas cartas de cinco anos atrás. Nos encontramos para conversar sobre o que mudou, o que ficou... percebemos, de maneira geral, que o horizonte nunca é encontrado, mas ele realmente nos faz caminhar. Os sonhos, as utopias são necessárias porque nos transformam pelo simples fato de serem uma projeção de nos mesmos, uma vontade de potência de ir além da obviedade. Nunca nos tornamos efetivamente o que desejamos. Sim, é verdade que os sonhos são ilusões e as utopias são inatingíveis. Mas os desejos têm um poder imensurável de nos metamorsear, de nos levar adiante.
O labirinto mais perigoso é a linha reta. Portanto, revise mais uma vez seu horizonte, mire as estrelas, os sóis de todo dia, Mas não siga em linha reta. Tudo o que é vivo não é reto. Desvie, circunde, dê a volta, contorne, contemple. Velocidade não combina com sensibilidade e a lentidão não é defeito, é jeito de estar e sentir o mundo.
Dinâmica
Rua dos sentimentos
√ Objetivo: Criar um ambiente positivo, proporcionando um relacionamento humano afetivo.
√ Material: sala ampla, som com música alegre (pode ser "O que é, o que é" de Gonzaguinha), folhas de jornal para a metade dos participantes.
√ Desenvolvimento:
1 – Pedir que cada participante pense num sentimento (amor, amizade, alegria, esperança, utopia, ideal etc.).
2 – Distribuir as folhas de jornal com a metade dos participantes, para que estes espalhem-se pela sala e fiquem em cima da folha de jornal (pode ser em círculo).
3 – Os outros participantes (sem jornal) irá fazer uma visita às ruas dos sentimentos (ficarão dentro do círculo)
4 – Quando este se aproximar, o participante diz: bem-vindo a rua da... (alegria, por exemplo) Eu sou... (diz seu nome), dá um abraço e cede o lugar para o visitante.
5 – O visitante passa a ser uma nova rua (com o sentimento que ele havia escolhido) para receber os outros. Procede da mesma forma diversas vezes.
Reflexão:
a) Como me senti sendo bem recebido e abraçado, com um sentimento positivo?
b) Como me senti em acolher o visitante e abraçá-lo?
c) Que motivações e ideais eu tenho para este ano que se inicia?
Extraída do livro: "Vivenciando dinâmicas – uma
metodologia sempre nova" – Ronildo Rocha, 2002.
www.vivenciandodinamicas.weblogger.com.br
Ronildo Roch
“A utopia está no horizonte. Caminho dois passo, ela se distancia dois passos e o horizonte fica dez passos ainda mais distante. Então para que serve a utopia? Para isso, serve para caminhar.”
Eduardo Galeano
É na virada do ano que percebemos que nossa vida e cíclica. Todo ano é a mesma história: Papai-Noel, promessas de conversão, felicidade, fraternidade, planos de emagrecimento, novas posturas frente a velhas decisões ... 2006, ano de eleições: nossa esperança se livrou do medo ou será que estamos paralisados de medo e indignação? Teremos forças para reinventar a democracia, nossa família, nosso quarto, nosso cabelo?
Passam-se os anos e seguimos não tocando a linha imaginária do horizonte; vale a pena sonhar? Penso, sinceramente, que sim! A esperança é a força motriz da mudança. Além disso, é sempre bom olharmos para trás e vermos que caminhamos, talvez nos mesmos caminhos... Mas tudo bem, a terra é redonda e o céu é sempre novo a cada dia, a cada instante. Ele é sempre o mesmo ainda que outro.
Nós também somos os mesmos, ainda que outros. Já reparaste? Uma brincadeira que tenho feito com os grupos que tenho trabalhado é propor às pessoas que escrevam uma carta para si mesmas para o final do ano e, para os mais corajosos, para daqui a cinco anos. Escreve-se o que cada um desejar. Lacram-se os envelopes pelos próprios autores, colocam-se as cartas dentro de uma caixa, que também é lacrada. Anos depois, eu as envio pelo correio. Neste ano, umas 180 pessoas receberam suas cartas de cinco anos atrás. Nos encontramos para conversar sobre o que mudou, o que ficou... percebemos, de maneira geral, que o horizonte nunca é encontrado, mas ele realmente nos faz caminhar. Os sonhos, as utopias são necessárias porque nos transformam pelo simples fato de serem uma projeção de nos mesmos, uma vontade de potência de ir além da obviedade. Nunca nos tornamos efetivamente o que desejamos. Sim, é verdade que os sonhos são ilusões e as utopias são inatingíveis. Mas os desejos têm um poder imensurável de nos metamorsear, de nos levar adiante.
O labirinto mais perigoso é a linha reta. Portanto, revise mais uma vez seu horizonte, mire as estrelas, os sóis de todo dia, Mas não siga em linha reta. Tudo o que é vivo não é reto. Desvie, circunde, dê a volta, contorne, contemple. Velocidade não combina com sensibilidade e a lentidão não é defeito, é jeito de estar e sentir o mundo.
Dinâmica
Rua dos sentimentos
√ Objetivo: Criar um ambiente positivo, proporcionando um relacionamento humano afetivo.
√ Material: sala ampla, som com música alegre (pode ser "O que é, o que é" de Gonzaguinha), folhas de jornal para a metade dos participantes.
√ Desenvolvimento:
1 – Pedir que cada participante pense num sentimento (amor, amizade, alegria, esperança, utopia, ideal etc.).
2 – Distribuir as folhas de jornal com a metade dos participantes, para que estes espalhem-se pela sala e fiquem em cima da folha de jornal (pode ser em círculo).
3 – Os outros participantes (sem jornal) irá fazer uma visita às ruas dos sentimentos (ficarão dentro do círculo)
4 – Quando este se aproximar, o participante diz: bem-vindo a rua da... (alegria, por exemplo) Eu sou... (diz seu nome), dá um abraço e cede o lugar para o visitante.
5 – O visitante passa a ser uma nova rua (com o sentimento que ele havia escolhido) para receber os outros. Procede da mesma forma diversas vezes.
Reflexão:
a) Como me senti sendo bem recebido e abraçado, com um sentimento positivo?
b) Como me senti em acolher o visitante e abraçá-lo?
c) Que motivações e ideais eu tenho para este ano que se inicia?
Extraída do livro: "Vivenciando dinâmicas – uma
metodologia sempre nova" – Ronildo Rocha, 2002.
www.vivenciandodinamicas.weblogger.com.br
Ronildo Roch
OS DOUTORES DA ALEGRIA
OS DOUTORES DA ALEGRIA - ARTE, FORMAÇÃO E DESENVOLVIMENTO
Informações históricas
Em 1986, Michael Christensen, um palhaço americano, diretor do Big Apple Circus de Nova Iorque, apresentava-se numa comemoração num hospital daquela cidade, quando pediu para visitar as crianças internadas que não puderam participar do evento. Improvisando, substituiu as imagens da internação por outras alegres e engraçadas. Essa foi a semente da Clown Care UnitTM, grupo de artistas especialmente treinados para levar alegria a crianças internadas em hospitais de Nova Iorque.
Em 1988 Wellington Nogueira passou a integrar a trupe americana. Voltando ao Brasil, em 1991, resolveu tentar aqui um projeto parecido, enquanto ex-colegas faziam o mesmo na França (Le Rire Medecin) e Alemanha (Die Klown Doktoren). Os preparativos deram um trabalho danado, mas valeu: em setembro daquele ano, numa luminosa iniciativa do Hospital e Maternidade Nossa Senhora de Lourdes, em São Paulo (hoje Hospital da Criança), teve início o programa.
Informações técnicas
A missão dos "Doutores da Alegria" é ser uma organização proeminentemente dedicada a levar alegria a crianças hospitalizadas, seus pais e profissionais de saúde, através da arte do palhaço, nutrindo esta forma de expressão como meio de enriqueci¬mento da experiência humana. É uma Organização da sociedade civil sem fins lucrativos que realiza cerca de 50 mil visitas por ano a crianças internadas em hospitais de São Paulo, Rio de Janeiro e Recife.
O trabalho dos Doutores da Alegria nos Hospitais – o programa-mãe
o "besteirologistas", em duplas, visitam crianças hospitalizadas, leito a leito, duas vezes por semana, durante aproximadamente seis horas por dia, inclusive nas unidades de terapia intensiva e de procedimentos ambulatoriais. A cada seis meses os artistas se revezam entre os hospitais.
Características do trabalho:
• Regularidade – a mesma dupla de artistas comparece a um mesmo hospital durante seis meses, criando laços e cumplicidade com pacientes, seus parentes e profissionais de saúde.
• Cooperação com os profissionais de saúde – parte do trabalho é desenvolver um relacionamento cooperativo com os diferentes grupos profissionais da instituição visitada.
• Sistemática – o método de aproximação tem como princípio a permissão da criança; caracterização, rotinas prévias e improvisação compõem o tripé do trabalho artístico.
Características dos besteirologistas:
• Excelência profissional – os besteirologistas são artistas profissionais especializados na arte do palhaço e dominam também outras artes circenses e musicais.
• Treinamento – a aclimatação ao ambiente e aos procedimentos hospitalares é objeto de treinamento específico para novos integrantes.
• Formação continuada – cursos de aprimoramento técnico e artístico são regulares.
Fonte: www.doutoresdaalegria.org.br
Informações históricas
Em 1986, Michael Christensen, um palhaço americano, diretor do Big Apple Circus de Nova Iorque, apresentava-se numa comemoração num hospital daquela cidade, quando pediu para visitar as crianças internadas que não puderam participar do evento. Improvisando, substituiu as imagens da internação por outras alegres e engraçadas. Essa foi a semente da Clown Care UnitTM, grupo de artistas especialmente treinados para levar alegria a crianças internadas em hospitais de Nova Iorque.
Em 1988 Wellington Nogueira passou a integrar a trupe americana. Voltando ao Brasil, em 1991, resolveu tentar aqui um projeto parecido, enquanto ex-colegas faziam o mesmo na França (Le Rire Medecin) e Alemanha (Die Klown Doktoren). Os preparativos deram um trabalho danado, mas valeu: em setembro daquele ano, numa luminosa iniciativa do Hospital e Maternidade Nossa Senhora de Lourdes, em São Paulo (hoje Hospital da Criança), teve início o programa.
Informações técnicas
A missão dos "Doutores da Alegria" é ser uma organização proeminentemente dedicada a levar alegria a crianças hospitalizadas, seus pais e profissionais de saúde, através da arte do palhaço, nutrindo esta forma de expressão como meio de enriqueci¬mento da experiência humana. É uma Organização da sociedade civil sem fins lucrativos que realiza cerca de 50 mil visitas por ano a crianças internadas em hospitais de São Paulo, Rio de Janeiro e Recife.
O trabalho dos Doutores da Alegria nos Hospitais – o programa-mãe
o "besteirologistas", em duplas, visitam crianças hospitalizadas, leito a leito, duas vezes por semana, durante aproximadamente seis horas por dia, inclusive nas unidades de terapia intensiva e de procedimentos ambulatoriais. A cada seis meses os artistas se revezam entre os hospitais.
Características do trabalho:
• Regularidade – a mesma dupla de artistas comparece a um mesmo hospital durante seis meses, criando laços e cumplicidade com pacientes, seus parentes e profissionais de saúde.
• Cooperação com os profissionais de saúde – parte do trabalho é desenvolver um relacionamento cooperativo com os diferentes grupos profissionais da instituição visitada.
• Sistemática – o método de aproximação tem como princípio a permissão da criança; caracterização, rotinas prévias e improvisação compõem o tripé do trabalho artístico.
Características dos besteirologistas:
• Excelência profissional – os besteirologistas são artistas profissionais especializados na arte do palhaço e dominam também outras artes circenses e musicais.
• Treinamento – a aclimatação ao ambiente e aos procedimentos hospitalares é objeto de treinamento específico para novos integrantes.
• Formação continuada – cursos de aprimoramento técnico e artístico são regulares.
Fonte: www.doutoresdaalegria.org.br
AS FLORES de CADA ESTAÇÃO
AS FLORES DE CADA ESTAÇÃO
Verão: flor-de-lis, gérbera, copo-de-leite, amarílis, bromélia, nandina, e bico-de-pa¬pagaio.
Outono: maria-sem-vergonha, gérbera, hortênsia, flor de maio, azaléia, rabo¬-de-gato, cosmos-amarelo e margarida.
Inverno: lupino, lírio-da-paz, orquídea, flor-de-sino, begônia, prímula e azulzinha.
Primavera: gérbera, violeta, narciso, crino, petúnia, bromélia, lírio-do-amazonas, boca-de-leão e crisântemo.
Cuidados para manter as flores e plantas naturais
* Se as pontas das folhas começarem a escurecer até ficarem marrons, é sinal de que há excesso de água. Mas, se as folhas estiverem murchas, estão desidratadas. Uma recomendação importante é nunca deixar que a água encha o prato que sustenta o vaso. Isso também é sinal de excesso. Cada vez que a água escorre pela terra, leva junto os nutrientes necessários para a sobrevivência da planta.
* Se há excesso de luminosidade, manchas marrons começarão a aparecer nas folhas. Porém, se o tom de verde começar a "desbotar", é sinal de que há pouca luz.
* Muitas plantas florescem novamente depois de cumprido seu ciclo, que varia de acordo com cada espécie. Para isso e preciso podá-las assim que começarem a dar sinais de que estejam morrendo. Bromélias, violetas e kalanchoe florescem o ano todo.
* Fique atento ao espaço que suas plantas e flores têm para crescer. Muitas vezes é preciso trocar o vaso para que não atrofiem.
* As flores de corte têm sobrevida de uma semana a quinze dias, no máximo. Tudo depende da qualidade da água que, em todas as espécies, precisa ser trocada de dois em dois dias.
Verão: flor-de-lis, gérbera, copo-de-leite, amarílis, bromélia, nandina, e bico-de-pa¬pagaio.
Outono: maria-sem-vergonha, gérbera, hortênsia, flor de maio, azaléia, rabo¬-de-gato, cosmos-amarelo e margarida.
Inverno: lupino, lírio-da-paz, orquídea, flor-de-sino, begônia, prímula e azulzinha.
Primavera: gérbera, violeta, narciso, crino, petúnia, bromélia, lírio-do-amazonas, boca-de-leão e crisântemo.
Cuidados para manter as flores e plantas naturais
* Se as pontas das folhas começarem a escurecer até ficarem marrons, é sinal de que há excesso de água. Mas, se as folhas estiverem murchas, estão desidratadas. Uma recomendação importante é nunca deixar que a água encha o prato que sustenta o vaso. Isso também é sinal de excesso. Cada vez que a água escorre pela terra, leva junto os nutrientes necessários para a sobrevivência da planta.
* Se há excesso de luminosidade, manchas marrons começarão a aparecer nas folhas. Porém, se o tom de verde começar a "desbotar", é sinal de que há pouca luz.
* Muitas plantas florescem novamente depois de cumprido seu ciclo, que varia de acordo com cada espécie. Para isso e preciso podá-las assim que começarem a dar sinais de que estejam morrendo. Bromélias, violetas e kalanchoe florescem o ano todo.
* Fique atento ao espaço que suas plantas e flores têm para crescer. Muitas vezes é preciso trocar o vaso para que não atrofiem.
* As flores de corte têm sobrevida de uma semana a quinze dias, no máximo. Tudo depende da qualidade da água que, em todas as espécies, precisa ser trocada de dois em dois dias.
sábado, 13 de fevereiro de 2010
COMPROMISSO DA ESCOLA
O compromisso da escola é o de dar os melhores subsídios para o desenvolvimento geral de seus alunos.Para isso é necessário conhecê-lo integralmente,considerando cuidadosamente todos os seus aspectos perceptuais e cognitivos.
Para que se execute um plano de trabalho de tal importância,é fundamental que haja coordenação e unidade no trabalho de toda uma equipe.É justamente nesta equipe que vemos a importância de um olhar diferenciado para alunos que apresentem uma defi- ciência.A legislação brasileira,através da Lei de Diretrizes e Bases da Educação
prevê a inclusão de alunos com deficiência em salas regulares de ensino,o que repre-senta equiparação de oportunidades educacionais e o compromisso com o princípio da i-gualdade de direitos para todos.
A inclusão nos traz um olhar para a mudança,para a adaptação de velhos hábitos,e isso faz com que voltemos esse olhar para nós mesmos e para a escola em que estamos
trabalhando.
Precisamos transformar a realidade da escola,para que possamos trabalhar com a diferença,com a diversidade,e que isso não seja uma desvantagem,e sim um ganho,na
tentativa de criarmos uma sociedade mais solidária,mais igualitária e com oportuni-dades para todos.É esta a grande proposta da inclusão:todos frequentarem a escola,
terem acesso a um ensino de qualidade,participarem de todas as atividades.Isso pas-
sou a ser um direito de todos e deve ser assegurado pelo Estado,como cumpridor de u-
ma lei federal,em todas as instâncias,sendo elas públicas ou privadas.
Além de cumprirmos as obrigações legais,a inclusão nos traz outros sentimentos,
como o receio do novo,da sensação de não estarmos preparados para receber os alunos
com deficiência,de não sabermos o que deve ser feito,etc.Estes sentimentos são mui-
to comuns e não devemos nos culpar.A proposta de inclusão no nosso país é recente e
muito ainda temos para caminhar.
Para que se execute um plano de trabalho de tal importância,é fundamental que haja coordenação e unidade no trabalho de toda uma equipe.É justamente nesta equipe que vemos a importância de um olhar diferenciado para alunos que apresentem uma defi- ciência.A legislação brasileira,através da Lei de Diretrizes e Bases da Educação
prevê a inclusão de alunos com deficiência em salas regulares de ensino,o que repre-senta equiparação de oportunidades educacionais e o compromisso com o princípio da i-gualdade de direitos para todos.
A inclusão nos traz um olhar para a mudança,para a adaptação de velhos hábitos,e isso faz com que voltemos esse olhar para nós mesmos e para a escola em que estamos
trabalhando.
Precisamos transformar a realidade da escola,para que possamos trabalhar com a diferença,com a diversidade,e que isso não seja uma desvantagem,e sim um ganho,na
tentativa de criarmos uma sociedade mais solidária,mais igualitária e com oportuni-dades para todos.É esta a grande proposta da inclusão:todos frequentarem a escola,
terem acesso a um ensino de qualidade,participarem de todas as atividades.Isso pas-
sou a ser um direito de todos e deve ser assegurado pelo Estado,como cumpridor de u-
ma lei federal,em todas as instâncias,sendo elas públicas ou privadas.
Além de cumprirmos as obrigações legais,a inclusão nos traz outros sentimentos,
como o receio do novo,da sensação de não estarmos preparados para receber os alunos
com deficiência,de não sabermos o que deve ser feito,etc.Estes sentimentos são mui-
to comuns e não devemos nos culpar.A proposta de inclusão no nosso país é recente e
muito ainda temos para caminhar.
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